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A FOTOGRAFIA (parte II)

  • Foto do escritor: manuel botelho da costa
    manuel botelho da costa
  • 13 de out. de 2020
  • 2 min de leitura

Atualizado: 22 de jun. de 2022

(Apontamentos para as aulas da Universidade Sénior)


1- A Câmara Fotográfica e a Exposição

Componentes da Câmara Fotográfica

Os elementos principais de uma câmara são: o corpo, a objectiva, o visor e o filme fotográfico (ou sensor).

DEFINIÇÕES / OBJECTIVA

Diafragma

Obturador

Sensor (sensibilidade)




DEFINIÇÕES / EXPOSIÇÃO

Abertura

Velocidade (ou tempo de exposição)

Sensibilidade



ABERTURA DO DIAFRAGMA

A abertura do diafragma é um orifício por onde passa a luz, sendo o seu diâmetro controlado por um conjunto de lâminas metálicas que se abrem (aumento da abertura) ou fecham (diminuição da abertura). Como se sabe a abertura controla a quantidade de luz numa exposição.

A abertura do diafragma é normalmente representada por um valor de f/, sendo que quanto mais elevado for o valor, mais pequena é a abertura e vice-versa. Também é usual designar aquele valor por f-stop.

A escala de f/ completa:

f/1.4; f/2; f/2.8; f/4; f/5.6; f/8; f/11; f/16; f/22; f/32.


NOTA: Como se demonstra no quadro seguinte, cada abertura deixa entrar metade da luz quando se avança um stop (naturalmente de cada vez que se suba um stop, entrará o dobro da luz). A distância focal considerada foi de 50 mm.


2- Modos de Exposição / Sensibilidade

A sensibilidade: nas câmaras de filme, cada "frame" é um rectângulo com 24 mm x 36 mm - o negativo de cada imagem. Nas câmaras digitais o sensor é electrónico, tendo habitualmente tamanhos menores. A sensibilidade ISO (do nome das normas), refere-se à sensibilidade de superfícies fotosensíveis (sensíveis à luz), utilizadas em fotografia (a prata nos filmes, em geral; o sensor nas câmaras digitais). Nos rolos de filme, cada rolo tem a sua sensibilidade; na fotografia digital é possível definir uma sensibilidade por cada foto.

Modos de Exposição: existem três factores essenciais que permitem regular a exposição - a velocidade (ou tempo de exposição), a abertura e a sensibilidade. A exposição correcta depende de uma boa combinação daqueles factores. Como visto, a velocidade e abertura têm sentidos diferentes, sendo possível ter pares (combinações de aberturas e velocidades) que dão sempre a mesma luz. No entanto há outras consequências (por exemplo, a profundidade de campo).





3- Relação entre velocidade, abertura e sensibilidade



4- Profundidade de Campo






5- FOTOGRAFIA DIGITAL

Essencialmente a diferença entre a câmara de rolo e a digital é o sensor. Na verdade, e para além de mais alguns comandos, a forma de fotografar é a mesma.

A câmara digital tem um sensor electrónico e usa cartões de memória em vez de rolo de filme. Os ficheiros gravados podem ser de vários tipos, usando-se em geral os dois seguintes: JPEG (joint photografic experts group) e RAW (cru em inglês) formato que não aplica processamento à imagem, sendo o fotógrafo a "revelar" as imagens em pós-produção. O formato JPEG ocupa bastante menos espaço no cartão.


Na figura, cartões de memória para gravação (na câmara digital) das fotografias.


Uma câmara fotográfica, vendo-se o sensor/ diversas dimensões daquele.


A primeira câmara digital foi a Sony Mavica (na figura), lançada em 1981. O sensor CCD produzia um sinal vídeo analógico, armazenado em diskete. Em 1997 foi adoptada a diskete de 3.5", utilizada nos computadores.




6 - Equilíbrio de Brancos

A função balanço de brancos permite corrigir a tendencia cromática da luz. É assim importante, saber avaliar a temperatura de cor - se é fria (azuis) ou quente (amarelos/vermelhos), sendo que a temperatura é medida em graus Kelvin.



 
 
 

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Orgulhosamente criado por Manuel Moreira Braga

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